Inteligência artificial aplicada
Da identificação de casos de uso à adoção em operação, com custo, segurança e medição de resultado no mesmo desenho.
Sobre
Dezoito anos em tecnologia, do primeiro sistema em Delphi à liderança de uma estrutura de tecnologia de mais de cem pessoas. Minha experiência foi construída dentro das empresas, respondendo pela distância entre a estratégia apresentada e o que efetivamente entra em produção.
Resumo
Raphael Fontes é executivo de tecnologia. Lidera a tecnologia da Sesatech, empresa do grupo Oplium, como Diretor de Tecnologia (CTO), respondendo por engenharia, dados, produto, consultoria e suporte.
São 18 anos em tecnologia, começando como desenvolvedor em 2008, e 8 anos em posições de liderança. Hoje conduz uma estrutura de tecnologia de mais de 100 pessoas, que atende um grupo de 400 pessoas e clientes multinacionais de grande porte. No caminho, sete anos de consultoria em desenvolvimento de software, arquitetura de software e dados na everis, hoje NTT DATA, e oito anos na Sesatech, da gestão de projetos e alocação de equipes de alta performance em clientes até a liderança executiva.
Conduziu a criação de produtos digitais e plataformas SaaS com foco em cybersecurity, a implementação de Data Lake e Lakehouse em AWS, e a adoção de inteligência artificial ao longo de todo o ciclo de desenvolvimento de produto. Responde por arquitetura corporativa, roadmap tecnológico, orçamento, segurança da informação e LGPD.
Desenvolve métodos próprios, entre eles o Empoderar a Ponta, sobre habilitar as áreas de negócio a construir suas próprias soluções com IA, e um framework de desenvolvimento de software com IA sem perda de arquitetura, qualidade e governança. O conteúdo publicado aqui é autoral e independente.
Trajetória
2008
Sistemas de folha de pagamento, ponto eletrônico, ERP e fiscal, em Delphi e SQL Server. A base de quem aprendeu a escrever software antes de gerenciar quem escreve.
2011
Entrada na everis, hoje NTT DATA, em desenvolvimento e evolução de sistemas críticos em operação, com suporte de terceiro nível a clientes e a desenvolvedores.
2013
Automação de rotinas manuais e integrações com plataformas de gerenciamento de rede. No mesmo período, especialização em gerência de projetos de software na PUC-Rio.
2015
Consultor sênior em arquitetura e projetos de dados: ETL, modelagem, integração e BI. É onde dado deixou de ser relatório e passou a ser base de decisão.
2018
Entrada na Sesatech como gerente de projetos de software. Estruturação de processos ágeis, DevOps e CI/CD, e formação de equipes multidisciplinares em projetos web, mobile e cloud. É a etapa que sustenta o acervo de artigos de gestão de projetos e agilidade publicado aqui.
2021
Gerente sênior de tecnologia, respondendo por fábrica de software e business intelligence: dimensionamento e alocação de squads em clientes, governança de TI, gestão de fornecedores e de orçamento. No mesmo ano, coautor do livro Jornada Ágil de Liderança, da coleção Jornada Colaborativa.
2024
Liderança de uma estrutura de mais de 100 pessoas em engenharia, dados, produto, consultoria e suporte, atendendo um grupo de 400 pessoas e clientes multinacionais de grande porte. Produtos digitais e plataformas SaaS, Data Lake e Lakehouse em AWS, e IA aplicada ao ciclo completo de desenvolvimento. No mesmo período, MBA em Technology Leadership CTO/CIO na FIAP.
Onde eu tenho profundidade
Da identificação de casos de uso à adoção em operação, com custo, segurança e medição de resultado no mesmo desenho.
Políticas, limites e critérios de exposição que permitem governar sem parar quem já está produzindo com IA.
Arquitetura, qualidade, testes e documentação em times que usam IA no dia a dia, sem transformar velocidade em passivo técnico.
Automação de processos e integração entre sistemas que não foram feitos para conversar. Onde automatizar resolve e onde apenas esconde um processo mal desenhado.
Como escopo, risco e dependência se comportam na prática, e o que a disciplina de projeto ainda resolve melhor do que qualquer ferramenta nova.
Modelagem, plataforma e governança de dados como base de decisão, não como projeto paralelo de BI.
Formação, alocação e evolução de squads. O que muda na estrutura quando a empresa cresce e a operação deixa de caber no improviso.
O que quebra quando o volume dobra. Onde a operação para de caber no improviso e passa a exigir plataforma, processo e medição.
Tradução de complexidade técnica em decisão executiva, e o que a diretoria precisa ver para decidir com informação real.
Formação
Da graduação em desenvolvimento à formação executiva em liderança de tecnologia, mais as certificações que sustentam o acervo de gestão de projetos e agilidade.
2024 · 2025
FIAP
Liderança executiva
2021
Brasport, coleção Jornada Colaborativa. Livro colaborativo escrito por 86 profissionais, com prefácios de André Barcaui e Ruy Shiozawa. Inclui o Manifesto da Liderança Ágil na Era Digital. Os royalties da coleção são revertidos pela editora para doação.
Coautor
2017
Project Management Institute
Gestão de projetos
2013 · 2014
PUC-Rio
Gestão de projetos
2008 · 2012
Centro Universitário UniCarioca
Graduação
Certificações
PMP
SAFe 6 Agilist
SAFe 5 Agilist
PSM I
PSPO I
DevOps Professional
Lean IT
Management 3.0
ISO 27001
ISO 20000
ITIL
AI-CPL
OKR Master
Gestor de Métricas Ágeis
Coaching FGV
Participações
Entre 2021 e 2022 fui voz recorrente no capítulo Rio do PMI, no podcast e nos webinars do capítulo.
Foram 7 episódios do PMIRioCast, podcast do capítulo, entre 28 de julho de 2021 e 28 de abril de 2022, conduzindo a conversa em 3 deles. No mesmo período conduzi e participei de webinars do capítulo, sobre gerenciamento de projetos e agilidade.
Os temas que passaram por lá
Contato
Leio tudo e respondo pessoalmente. Conversa sobre tecnologia, convite, dúvida sobre um dos frameworks ou apenas discordância sobre algo que eu escrevi.