Depois que o software entra em produção, o trabalho muda de natureza. Deixa de ser
projeto, que tem começo e fim, e passa a ser serviço, que tem nível acordado e não
termina. Essa mudança exige processo, papel e métrica diferentes dos que servem para
construir.
Estes frameworks têm origem no mundo de processo, e por isso costumam ser lidos como
opostos à agilidade. Não são. O ITIL 4, de 2019, incorporou Lean, ágil e DevOps de
propósito, e a maior parte das organizações que funciona bem opera em modo híbrido:
entrega de forma ágil e sustenta com processo de serviço.
Se você chegou aqui pela trilha de
gerenciamento de projetos ágeis, esta é
a etapa seguinte ao DevOps.